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Ciclo 36 - Stardust

Episódios 2500 a 2599 – Período da história: 1463 NCG (5050)
Data de publicação na Alemanha: 2009 a 2011
Ciclo ainda inédito no Brasil


Os terranos levam uma maravilha tecnológica para o Sistema Solar — mas a Monarquia Frequencial a quer de volta a qualquer preço.
Atlan e a Júlio Verne avançam até Andrômeda — e descobrem os mundos de hibernação da Monarquia Frequencial.
Perry Rhodan viaja à galáxia Anthuresta e se reencontra com os seres humanos do sistema Stardust — mas se defronta com a ameaça da entidade cósmica VATROX-VAMU.



PR2500Desde o fim da negasfera de Hangay e a retirada da Frota Terminal Traitor do Grupo Local de Galáxias, passaram-se mais de cem anos. Os povos galácticos aproveitaram esse período de paz para consolidar o Novo Galacticum, a união política, econômica e militar dos principais povos da Galáxia. O futuro parece promissor, já que o trauma da invasão de Traitor fez com que os povos da Galáxia deixassem suas diferenças de lado e voltassem a trabalhar em conjunto. O líder do Novo Galacticum é o imperador arcônida Bostich I, que aparentemente abandonou seus planos de expansão para trabalhar pelo bem comum da Via Láctea.

Porém, em janeiro de 1463 do Novo Calendário Galáctico, uma nova crise abala a Galáxia. A estação Galileu, que havia sido descoberta há cerca de sessenta anos nas profundezas da Via Láctea e colocada na órbita de Saturno para ser estudada pelos cientistas terranos, começa a entrar em atividade. Galileu, que possui formato quadrático e uma extensão de 2.500 metros, parece ser uma estação transmissora de matéria muito avançada, porém inativa. Subitamente, ela começa a emitir inúmeras mensagens na língua dos Sete Poderosos, que alertam sobre a guerra entre os moduladores de semitrilha e a Monarquia Frequencial. Pouco depois, os campos de transmissão se ativam pela primeira vez, e surgem na estação o seguidor da frequência Sinnafoch e um exército de soldados clonados, os darturkas, que, contudo, conseguem ser repelidos pelos terranos. Apesar disso, Sinnafoch promete não desistir de tentar reconquistar Galileu, já que ela é fundamental para que a Monarquia Frequencial possa reencontrar o Arsenal Paralox, uma fonte de imenso poder que está desaparecida há milhões de anos.

Nos meses seguintes, o Sistema Solar é atacado seguidas vezes por frotas cada vez maiores de naves de guerra da Monarquia Frequencial, que se parecem com gigantescos diamantes vermelhos. Em várias dessas batalhas, Sinnafoch morre, porém sempre retorna num corpo clonado, o que mostra aos terranos que os membros da Monarquia Frequencial são imortais.

Enquanto isso, o arcônida Atlan utiliza a nave JÚLIO VERNE para viajar a Andrômeda e obter mais informações sobre a Monarquia Frequencial e seus mundos de hibernação. A JÚLIO VERNE, que foi equipada com a incompreensível tecnologia Cosmocrata no misterioso planeta-estaleiro Evolux, é a nave mais avançada do Grupo Local de Galáxias, podendo atingir um fator ultraluz de 450 milhões e percorrer até 600 milhões de anos-luz com uma única recarga energética hiperdimensional. Dessa forma, sua velocidade, sua autonomia e seu poder de fogo são cerca de duzentas vezes maiores do que as das naves mais avançadas da frota Terranova e do Novo Galacticum...

Atlan com a JÚLIO VERNE conseguem reativar vários transmissores solares lemurenses, o que permite a transferência rápida de grandes frotas do Novo Galacticum para Andrômeda. Essa força de batalha descobre que grandes partes de Andrômeda estavam sob o domínio da Monarquia Frequencial, porém pouco a pouco ela consegue encontrar e destruir os seis mundos de hibernação existentes na galáxia, o que representa um grande golpe para o inimigo. Mais de um bilhão de “almas” dos VATROX, a raça principal da Monarquia Frequencial, são destruídas nos ataques.

PR2550Reconhecendo que os terranos eram um inimigo muito mais perigoso do que havia imaginado, a Monarquia Frequencial envia um “olho de fogo” ao Sistema Solar, um gigantesco aglomerado de matéria psi pura, que consegue atravessar o campo Terranova e rumar diretamente para o Sol. A destruição do sistema é impedida no último momento por AQUILO; porém, essa ação debilita seriamente a superinteligência.

Ao longo da batalha contra a Monarquia Frequencial, os terranos descobrem mais detalhes sobre seu poderoso inimigo. A Monarquia surgiu há dez milhões de anos, época em que ela começou a controlar a Rede Polyport, uma gigantesca rede de estações transmissoras de matéria que se estendia por doze galáxias. Porém, em todo esse tempo, a Monarquia esteve ativa apenas durante três períodos de “hiperdepressão”, que é como eles denominam as fases cíclicas de alta resistência hiperfísica do Universo. Cada um desses períodos durou entre 27.000 e 80.000 anos, e, ao final de cada um deles, os bilhões de membros da Monarquia se retiravam para seus mundos de hibernação e aguardavam o retorno da alta resistência hiperfísica. No ano 1331 NCG, quando começou o que os terranos chamam de “hiperimpedância” e a Monarquia Frequencial de “Quarta Hiperdepressão”, os membros da Monarquia saíram de um período de hibernação de mais de sete milhões de anos e começaram a reconquistar as estações Polyport, que foram construídas originalmente pelos anthurianos, uma raça há muito desaparecida.

Durante as hiperdepressões, a Monarquia acumula matéria psi no Arsenal Paralox, expande seu poder nas doze galáxias conectadas pela rede Polyport e prepara-se para o retorno da resistência hiperfísica aos seus valores normais. Quando isso acontece, seus milhões de membros “morrem”, e suas consciências são guardadas nos mundos de hibernação, onde eles podem passar milhões de anos aguardando pelo próximo período de hiperdepressão. A Monarquia Frequencial planeja usar futuramente o Arsenal Paralox para alterar permanentemente as constantes físicas do Universo, o que poderia prolongar indefinidamente um estágio de hiperdepressão. Isso seria extremamente benéfico para eles, já que sua tecnologia atingiu um grau muito avançado de adaptação às condições da hiperimpedância.

Os líderes da Monarquia Frequencial são as entidades VATROX-DAAG e VATROX-CUUR, compostas pelas consciências de bilhões de VATROX que viveram na época da Primeira Hiperdepressão. VATROX-VAMU, uma terceira entidade, é um inimigo declarado da Monarquia, sendo provavelmente responsável pelo desaparecimento do Arsenal Paralox após o fim da Terceira Hiperdepressão.

PR2599Seguindo as pistas deixadas pela Monarquia Frequencial, Perry Rhodan usa a Rede Polyport para chegar à galáxia Anthuresta, a pátria dos anthurianos. Lá, ele reencontra-se com os habitantes do sistema Stardust, uma importante colônia humana situada nessa galáxia, localizada a 663 milhões de anos-luz da Via Láctea. Em 1346 NCG, quando o Sistema Solar estava sob o cerco de milhares de naves da Frota Terminal, mais de 800 milhões de terranos aceitaram o convite de AQUILO e se transferiram para o sistema Stardust, pois a superinteligência queria garantir a sobrevivência da Humanidade caso a negasfera de Hangay não pudesse ser controlada e a Via Láctea fosse destruída. Durante décadas, essa colônia prosperou em paz, porém, subitamente ela volta a ser o centro das atenções devido à reativação das estações Polyport e o despertar de milhões de VATROX nos mundos de hibernação existentes em Anthuresta, que farão de tudo para vingar as derrotas sofridas pela Monarquia Frequencial na Via Láctea e em Andrômeda...

E, para piorar ainda mais a situação, a entidade VATROX-VAMU descobre a localização do sistema e avança diretamente para seus planetas principais, o que poderá significar a aniquilação de toda a vida inteligente num raio de bilhões de quilômetros...

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