Atlan 24 - A Deusa é o Bárbaro

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Ela vem do infinito – e visita o planeta verde

Título Original: Die Göttin und der Barbar

Autor: Dirk Hess

Tradutor: José Anilto

Revisor: Marcos Roberto

Artista da capa alemã: Johnny Bruck

Publicação na Alemanha: 19/08/1974

Publicação no Brasil: Agosto/2014

Época: 8 de Coroma de 10.497 da Ark (8023 aC) / 10.493 da Ark (8031 aC)

Local da ação: Kraumon, Terra

Personagens principais: Atlan da Gonozal, Fartuloon, Rá, Pror, Ishtar

 

Resumo

Em Kraumon, Fartuloon não acha certo que o bárbaro Rá possa caminhar livremente pela base. Danos e destruição nos equipamentos acontecem repetidamente, uma vez que Rá não está satisfeito, por exemplo, com a comida superior e quer organizar ou caçar seu próprio alimento. Fartuloon está com raiva. A raiva reprimida é descarregada em uma briga com o bárbaro. A batalha termina em empate.

Como Farnathia, que acabou de se decorar com ouro em pó, entra na sala, Rá solidifica-se. A aparência da bela arcônida faz com que o bárbaro fale as primeiras palavras em puro arcônida. Ele clama por Ishtar seja devolvida a ele. O bárbaro começa a contar de sua terra natal. É a história de caçadores que lutam com rinocerontes lanudos e disputam sobre o controle de seu próprio clã.

Rá retrata a luta contra um clã estranho por um vale fértil e quente. Quando o bárbaro é cercado por seus inimigos, uma estranha estrutura sob enorme barulho pousa e derruba uma enorme faixa na selva. A "montanha dos deuses" é como duas cunhas de pedra, que estão ligadas à coronha juntas. A partir de um buraco que se forma no centro da estrutura, sai uma entidade montada num enorme touro e pisoteia Rá e o clã de Pror.

Rá nota que o touro celestial é montado por uma mulher bonita. O bárbaro quer ter a Deusa Dourada só para si. A mulher mata com uma arma que emite um feixe fino, cada um dos caçadores que ela pode alcançar. Depois, ela desaparece com o touro celestial de volta na montanha dos deuses. Rá recebe dos caçadores estrangeiros a ordem de matar o touro celestial.

Lentamente, o bárbaro se aproxima da montanha dos deuses. A porta se abre novamente e o touro celestial aparece com sua bela amazona. A voz da deusa é ouvida reverberando na cabeça de Rá. Ela se apresenta como Ishtar. O bárbaro é levitado a partir de uma nuvem luminosa e depositado no pescoço do animal. O touro celestial retorna à montanha dos deuses.

Na espaçonave da deusa, Rá encontra um robô, que ele vê como um rival pela preferência de Ishtar e ataca. Ele desliga o robô com golpes violentos e é então paralisado por Ishtar. Na central de comando, ela prende o bárbaro com tiras de metal em uma poltrona anatômica para evitar que Rá danifique equipamentos importantes. Ela coloca um capacete de metal na cabeça e contatos fixos em seus braços. Com este dispositivo, a vargana ativa setores cerebrais ociosos do bárbaro. Enquanto Rá é alimentado pela positrônica com o conhecimento, Ishtar passa o tempo caçando em seu touro celestial nas vastas e férteis planícies do planeta.

Quando o capacete e tirada da cabeça de Rá, ele recebe uma injeção revigorante, o bárbaro fica raivoso por causa da agulha. Ele rasga o resto da poltrona anatômica e a usa como uma arma cortante. Pela visão de um robô em uma tela, Rá é atacado por ciúme e destrói o dispositivo. Então ele entra em um elevador, que o leva a um parque artificial. Em um riacho ele pega peixes e acende uma fogueira. O sistema de extinção de incêndio automático é ativado. Rá tem que comer o seu peixe cru.

Após a refeição, ele entra na sala dos jatopropulsores. Raios e relâmpagos fluem entre os mecanismos de injeção de plasma. Rá não está ciente do risco de contaminação radioativa. Em pânico, ele empurra em torno de um painel de controle. Ele também aperta um grande botão vermelho brilhante. A tempestade de raios se intensifica e, com rugido infernal, os motores dão partida. Campos defensivos energéticos surgem sobre os dispositivos, para a sorte de Rá, infelizmente a entrada também é blindada. Radioatividade crepita sobre o bárbaro que perde a consciência de tanto medo.

Ishtar nota, por trás de seu touro celestial, que a espaçonave se move, o que na verdade é impossível, exceto se Rá tiver sido capaz, de algum modo, de ativar manualmente a partida automática de emergência dos propulsores. Ela dirige o touro de volta para a espaçonave. Antes dos motores poderem emitir as suas correntes mortais de partículas, a vargana atinge a eclusa. Uma vez na central de comando, ela aborta o processo de partida, a fim de que, sem qualquer controle por parte da positrônica de comando, os jatopropulsores não estraguem.

Em uma tela ela reconhece Rá, que sofreu graves danos pela radiação. androides o levam para fora da zona de perigo e para uma sala de tratamento. A espaçonave vargana não pousa longe do primeiro local de desembarque.

Após a recuperação de Rá e dos outros hipnotreinamentos, a Deusa Dourada leva o bárbaro em uma nave auxiliar. No voo sobre a área circundante, Rá reconhece o território de sua tribo. No entanto, de seu clã não há nada para ver. Lentamente Rá se acalma quando o voo continua em outros continentes da sua terra natal. Então Ishtar guia a espaçonave para a lua. Rá fica profundamente desapontado com o corpo celeste sem vida. Ishtar dirige a nave para os planetas interiores do sistema estelar e, em seguida, para no cinturão de asteroides. Lá, um cometa de antimatéria é localizado, que chegará em algumas centenas de anos no mundo de Rá e causará pelo menos uma devastação mais grave.

Por um pedido de Rá para proteger a Terra, Ishtar lança, de sua espaçonave na terra, um torpedo equipado com um ciclone gravitacional. Enquanto se prepara para o lançamento, Rá assumiu os controles da nave auxiliar. O torpedo espacial atinge o cometa e desencadeia um inferno. Apesar de uma distância de segurança correta, a nave auxiliar é abalada pelas frentes de choque energético. A enorme estrutura energética desaparece de um segundo para o outro. Ocorre uma fenda estrutural no hiperespaço. As vibrações da estrutura do espaço-tempo são mensuradas, após o cálculo da positrônica, em mais de dois milhões de anos-luz. Isso vai atrair muitos visitantes indesejados e chamar a atenção para o sistema estelar. Ishtar e Rá voltam para a montanha dos deuses.

Rá observa sem muito interesse as telas que mostram os arredores da espaçonave. Uma fogueira bruxuleante e as figuras de caçadores despertam a sua atenção. Rá percebe que é seu pai. O bárbaro sai em busca de Ishtar. Ele encontra a vargana ajoelhada na frente de uma nuvem de energia radiante. Dentro da nuvem paira uma vibrante bala de prata do tamanho de um punho. O conhecimento de Ishtar sobre a bola é incompleto. Ela só sabe que é um elo para os antigos varganos perdidos. Rá pede a Deusa Dourada ajuda para o seu clã. Ishtar rejeita porque ela tem medo de perder seu amado bárbaro para o seu povo.

Rá tira o touro celestial de sua jaula e salta na sela. O animal se recusa a obedecer o piloto desconhecido, resistindo e estrondando ao girar em torno de seu próprio eixo na eclusa. O touro furioso corre em direção ao local da batalha entre a família de Rá e os habitantes reais do vale quente. Só com dificuldade Rá pode segurar o animal. No entanto, ele logo perde o controle e cai no chão. Furioso, o touro celestial o ataca.

Enquanto isso, Ishtar nota o desaparecimento de Rá. Nas telas ela vê o bárbaro que se agarra desesperadamente na cela do touro celestial. Ela rapidamente sai da espaçonave. Em um campo de repulsão esférico ela voa para Rá e atira com seu radiador energético no touro celestial. O animal se dissolve rapidamente em uma nuvem de fumaça.

Ishtar percebe que não pode se vincular a Rá, e lhe dá de volta a sua liberdade. Como presente de despedida, ela lhe deixa um pequeno isqueiro alimentado por energia solar. Em seguida, a vargana parte com a sua espaçonave.

Rá é o senhor do fogo e vai entrar para a história. Mas ele vai se sentir repetidamente como um estranho entre seus irmãos.

O bárbaro termina o seu relato e retorna à realidade. Atlan acredita ter encontrado na bola de prata mencionada uma grande pista para o mistério.

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