PRNeo0087 - Retorno dos Fantans

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Chetzkel não terá escolha — não importa o quão alto o risco seja.

Título Original: Rückkehr der Fantan

Autor: Michelle Stern

Tradutor: Dirceu Alvir Rudnick

Artista da capa alemã: Dirk Schulz / Horst Gotta

Publicação na Alemanha: 16/01/2015

Publicação no Brasil: Novembro de 2017

Época: 27 de Dezembro do ano de 2037 a 1 de Janeiro de 2038

Local da ação: Terra

Resumo

Caça a Chetzkel

Free Earth, a organização de resistência clandestina, coloca o comandante supremo da frota do Protetorado, o reekha Chetzkel, na alça de mira. As execuções após o motim na prisão de trânsito em Terrânia demonstraram que o arcônida é uma ameaça para toda a Humanidade. Informantes da organização descobrem que Chetzkel e sua amante Mia Weiss vão passar o fim de ano em Elephant Cottage, na Tanzânia. Para aumentar as chances, uma simulação muito realista é realizada em um sistema de cavernas na África. Demonstrando que a operação está associada a enormes riscos para a organização e para a vida dos mutantes. Apesar disso, Thora da Zoltral discorda de Allan D. Mercant e Bai Jun sobre quem enviar para comandar a captura. Conquistar uma aliada em Mia Weiss pode aumentar as chances de uma tentativa. Eles querem entregar as gravações do assassinato de seu antigo namorado, Paul Gerver, na esperança de que ela se afaste de seu protetor.

Em 1º de janeiro de 2038, por volta das 2 da manhã, o comando com Thora, a visiotelepata Anne Sloane, o teleportador Olf Stagge e o redutor temporal Wuriu Sengu, segue com destino ao resort. O procedimento é o mesmo da simulação. Mas Mia Weiss não está no local, como fora exaustivamente planejado. No entanto, a fim de obter informações mais precisas sobre o bangalô, onde o alvo está presente, um guarda é paralisado. Para Anne Sloane poder penetrar em sua consciência, para saber do seu paradeiro. A primeira falha. Anne é arrastada pelos terríveis detalhes das memórias e experiências de Chetzkel. O soldado Terlin Ketor já tinha servido sob o comando do reekha. Em uma operação em Gratidur, um mundo periférico, a unidade foi capturada por insurgentes. Como punição por fundir a cidade de Ferimtur, eles transformaram Chetzkel em uma dakima, uma serpente considerada impura em Gratidur. Um conhecimento que não traz nada de imediato para a missão. Ele emerge novamente no subconsciente de Ketor e traz más notícias. A assistente do aeroporto, Janice Gage, é desmascarada. Chetzkel descobre o ataque contra ele. Pouco depois, Mia Weiss se deixa ver enquanto eles fogem. Com tiros da superfície, os atacantes da Free Earth também podem representar perigo ao campo defensivo de Chetzkel, que corre em sua direção, obviamente no modo de camuflagem. Wuriu Sengu consegue sobrecarregar o campo defensivo do arcônida. Usando seu paradom, ele desarma o reekha e tenta paralisá-lo. Um dispositivo de segurança adicional no traje protetor o impede de fazer isso. Neste caso, o mutante tem ordens de matar Chetzkel. Mas, Sengu continua a utilizar o paralisador. Seus escrúpulos fazem com que se esgote o tempo no qual ele pode usar seu dom sem problemas de saúde. O radiador, que ele arrancou da mão do seu adversário, agora está com Mia, que faz pontaria em Thora. Com suas últimas forças, Wuriu consegue tirar Thora da linha de fogo com sua bolha temporal. Mas a maior ameaça para a Terra e seus habitantes foge: o reekha Chetzkel e sua companheira. A terrana optou pelo assassino de seu amigo Paul e ficou contra a Humanidade. A víbora arcônida pode oferecer-lhe bem mais. Os moradores de Moshi, a cidade mais próxima, devem somente à indignação do Zelador Satrak, que tem uma atenção especial em sua relação proibida com os brinquedos terranos, contra Chetzkel por não serem bombardeados por uma nave arcônida. O comando da Free Earth e seus auxiliares se retiraram de lá.

Caça a Crest

O fantan Set-Yandar está de volta à Terra. Aparentemente ele quer devolver algo que ele levou um ano e meio antes. No entanto, a devolução da ponte Golden Gate é apenas um pretexto que esconde a sua verdadeira intenção. Para o seu propósito, ele usa o coreano Bak Kien. Ele também é um Besun. Contudo, Bak Kien está satisfeito com sua vida. Nada mais o prende à Terra. Especialmente depois da morte de seu avô. Ele cumpre a tarefa de seu jerkum Set-Yandar, fiel e lealmente.

Bak Kien presenteia uma detetive particular com um pequeno aparelho de localização fantan, que pode encontrar o Besun perdido. Então eles rastreiam o ara Fulkar em Lisboa. Ele também se ocultou quando os arcônidas ocuparam a Terra. O coreano força o ara por meio de extorsão a encontrar-se com Yandar em São Francisco, onde a ponte Golden Gate estará de volta no mesmo período. O fantan renova o selo do seu antigo Besun. Fulkar cumpre voluntariamente os desejos de seu antigo dono. O ara, que dispensou cuidados médicos ao velho derengar Crest da Zoltral, atrai o arcônida para uma armadilha. Set-Yandar descobriu que Crest tem conhecimento do Mundo da Vida Eterna e é imortal devido ao ativador celular. Este Besun, Crest da Zoltral e o ativador, o fantan quer para si. Ele tem certeza de que a Imperatriz Emthon V, outrora Theta, também está à sua procura. Esta certeza e todas as dificuldades e emoções que Set-Yandar encontra nesta busca, aumentam imensamente sua haru, tornando o Besun inestimável.

Enquanto, Set-Yandar delira com seu precioso Besun, o Zelador Satrak o encontra. Ele fica indignado por ele visitar Homer G. Adams e não ele, depois de sua chegada. Embora Set-Yandar tenha que ouvir alguns insultos, tanto faz, ele está intoxicado por seu haru, uma dádiva do Zelador. Talvez ele possa fazer algo com a descoberta de que Chetzkel, de modo algum falou a verdade sobre si mesmo. A imagem de uma serpente, que o reekha cultiva agora, não corresponde à sua antiga índole. Anteriormente, ele era um arcônida fútil e intrigueiro que passava o tempo no Jogo da Taças nos mundos natais de Árcon.

Realmente Fulkar consegue convencer Crest a se encontrar em Madalena, na ilha do Pico no arquipélago dos Açores. Julian Tifflor e Mildred Orsons acompanham o derengar porque estão desconfiados sobre esta reunião no início da manhã de Ano Novo. Isso dificulta para Bak Kien levar Crest sem violência. No entanto, com a ajuda de Fulkar, ele é bem-sucedido. Ele leva os dois prisioneiros, da Zoltral e Orsons, em um dohon para a NETER-KELP, a espaçonave de Set-Yandar. Tifflor mal consegue seguir o dohon com seu traje de combate e instalar um pod com um gerador de sinais. Na chegada dos Besun, Set-Yandar se decepciona. Seu humor muda. O velho sentado em frente a ele não passa a impressão de ser imortal. Ele quase fica tentado a matar Crest, porque não quer lhe entregar as coordenadas do Mundo da Vida Eterna. Bak Kien o acalma. Ele pede para falar com os prisioneiros. Quando o fantan permite que o humano e o arcônida fiquem sozinhos, Kien pede a da Zoltral que entregue para o seu jerkum qualquer coordenada difícil de alcançar. Para o fantan, a busca é mais importante do que a posse do bem. Só se preocupa em procurar e carregar Besun com significado. Logo que Set-Yandar tenha o Besun em suas mãos, e não importa o quão raro seja, muitas vezes ele cai em profunda depressão. De repente, combatentes da Free Earth invadem a central de comando da NETER-KELP. O gerador de sinais leva Tifflor até onde Crest está sendo mantido preso. Ele se desculpa ao fantan em total desespero. Ele dá as supostas coordenadas do Mundo da Vida Eterna. Pode se ver que a febre da caçada retorna a Set-Yandar. Em gratidão, este concede a Crest a Justiça do Imperador. Definitivamente este Besun não tinha deixado Set-Yandar feliz. Bak Kien se recusa deixar a NETER-KELP, ele encontrou a felicidade junto aos fantans.

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