PRNeo0092 - O Legado de Aurora

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Explode o barril de pólvora Terra

Título Original: Auroras Vermächtnis

Autor: Kai Hirdt

Tradutor: Marcel Vilela de Lima

Artista da capa alemã: Dirk Schulz / Horst Gotta

Publicação na Alemanha: 27/03/2015

Publicação no Brasil: Fevereiro de 2018

Época: 10 a 16 de Janeiro do ano de 2038

Local da ação: Terra, Esperança, Nova Terra

Resumo

Simon Freeman é vendedor em uma loja de tecnologia que vai mal das pernas. Com seu show do arlequim de Washington, além de videologger, ele faz troça com a administração da cidade. Seu colega Jeth tenta persuadi-lo a revelar sua identidade e a tirar proveito dela. Ele rejeita a proposta, especialmente porque sua amada irmã Aurora tinha começado em seu primeiro emprego na administração da cidade. Para que ela tivesse concluído a faculdade, ele tinha feito todos os sacrifícios. À noite, eles jantariam juntos. Quando ele, devido a um dos muitos controles de identidade efetuados pela Polícia da Terra, chega tarde em casa, tem de presenciar impotente a sua agonia. Dois investigadores da Polícia da Terra, o tenente Spence e o sargento di Scoglio encontram, no vídeo de vigilância da casa, o possível autor; mas, quando examinam o pod da sua irmã, mudam de ideia. Eles levam o pod. Na manhã seguinte, Simon acorda totalmente de ressaca devido ao resto de vinho arcônida que ainda tinha na geladeira. Quando abre a conta de e-mail da irmã, ele não pode acreditar no que vê. Aurora, intimamente abraçada com um arcônida. Na delegacia, ele é rejeitado quando chama a atenção de Spence e di Scoglio. A Polícia da Terra não vai mexer com arcônidas. Enfurecido por sua irmã não poder ter justiça, em seu show, ele acusa o arcônida de assassinato, revelando sua própria identidade.

Através do projeto on-line “Conheça Seu Inimigo”, CSI, ele e sua irmã se tornam conhecidos em todo o mundo. A caça ao desconhecido arcônida começa. Ele é assediado para falar diante de um grande comício. Como só quer justiça, ele recusa. Mas quando o Zelador Satrak alega, com parcos argumentos, que um terrano é o assassino, Freeman radicaliza. Dawn Veracruz aproveita a ilimitada indignação de Simon e o apresenta a um destacamento de antigos fuzileiros, que quer uma punição radical para o arcônida, agora identificado. Um colega de Aurora, da gestão setorial em Washington, Asech Kelange é o suposto assassino. Eles querem sequestrá-lo e executá-lo. Imoderado em sua incitada vingança, ele exige que ele possa pressionar o gatilho. A missão falha. Kelange escapa. O comandante da pequena unidade reagenda o ataque. Simon é apresentado ao general Joshua de Soto.

Ele e o general devem falar diante de trezentos mil humanos no parque em frente ao Lincoln Memorial. Com ele como uma ferramenta útil, de Soto quer incitar os americanos e o mundo inteiro. Enquanto Simon espera nos bastidores, os policiais da Terra Spence e di Scoglio passam por ali. O relatório da autópsia de sua irmã aponta que ela sofreu um choque anafilático porque tinha bebido vinho arcônida. Uma combinação desfavorável de genes seria a responsável por sua morte. Simon Freeman acredita no relatório. Ele sentiu os efeitos do vinho. De repente, ele percebe o que está fazendo. O general quer abusar da morte de Aurora Freeman para começar uma guerra. Quando seu irmão muda de opinião, ele é detido pela cabo Dawn Veracruz, junto com os outros oradores, organizadores do evento e observadores arcônidas. De Soto apresenta um ultimato aos ocupantes: a cabeça de Asech Kelange, ou os doze arcônidas serão mortos. Enquanto isso, a AGEDEN tomou posição sobre os manifestantes. O ultimato expira, as execuções deveriam começar. Para surpresa de todos, aparece o Zelador Satrak. Ele vai direto até de Soto e faz uma oferta. O arcônida Asech Kelange deve ser levado perante um tribunal terrestre. Mas o general quer ver sangue. Os fuzileiros encurralam Satrak. Simon, que escapou, se pronuncia a favor do istrahirano. Perante todos os manifestantes e espectadores de transmissões ao vivo, ele nega que de Soto tenha o direito de falar e agir em nome de Aurora. Por causa da rejeição de Simon Freeman aos métodos de de Soto perante o grande público, os fuzileiros têm de recuar. O plano radicalmente mortal falha. Satrak concede passagem livre. Diante de Simon, ele diz que Asech Kelange é ridículo e ingênuo, mas que ele amava sua irmã. Simon mantém sua posição, que também expressa. De Soto tem razão, os arcônidas não têm lugar na Terra.

O reekha Chetzkel, comandante da frota do Protetorado Larsaf, vê com bons olhos a agitação mundial após a morte de Aurora Freeman. Os dois naats que ele tinha capturado após o conflito na cadeia de hiper-relés com a ITAK’TYLAM e a KATMAR e dos quais ele esperava obter informações, conseguem se suicidar. Então Chetzkel fica feliz por Satrak, com seu discurso, acalmar apenas brevemente a situação relativa ao caso Freeman. Para ele, chegou a hora de jogar gasolina na fogueira. Em Moshi/Tanzânia, seu retiro, ele provoca abertamente os humanos, querendo exaltar os ânimos. Em um veículo aberto, e com escolta, ele se apresenta ao lado de sua amante terrestre, Mia Weiss. Ele rejeita também o Zelador Satrak que o confronta. Apenas campos defensivos protegem Chetzkel e sua gatinha da fúria da população. Ele manda colocá-los fora de ação com paralisadores. No mesmo dia, parece ter chegado a hora tão esperada pelo reekha. Em Washington, DC, é anunciada uma manifestação de humanos. O clima quente atende seus anseios. Com a AGEDEN, a nave capitânia da frota do Protetorado, ele se posiciona sobre os trezentos mil participantes e espera um evento para atacar. Seu adversário, o general de Soto, da mesma cepa que o comandante do couraçado, capturou alguns arcônidas. Ele faz um ultimato, que parece ser impossível de ser atendido pelos ocupantes sem que perdessem a pose. Após vencido o prazo, os arcônidas seriam executados. Chetzkel não tem nada contra isso. Já certo de sua vitória, ele vê surgir um inimigo dentro de suas próprias fileiras. O Zelador Satrak pousa diante do Lincoln Memorial e enfrenta de Soto. O istrahirano cede e oferece entregar Kelange à justiça terrestre. Mas quando o irmão de Aurora Freeman também se une ao Zelador e juntos, diante dos manifestantes e de todos os que assistem às transmissões ao vivo ao redor do mundo, confrontam de Soto, negando-lhe o direito de agir em nome de sua irmã, o ex-fuzileiro é derrotado; e também o arcônida Chetzkel. Este ainda gostaria de dar um tiro em Satrak, que parte em seu disco leka.

O planeta Nova Terra é o novo lar temporário da frota terrana. Assim espera Conrad Deringhouse, que forma, junto com o ferrônio Chaktor e o naat Tirkassul, o círculo de liderança de Esperança, a cidade recém-construída. Quando a frota de invasão arcônida chegou ao Sistema Solar, a muito inferior frota espacial dos terranos teve de se retirar. Não era possível uma defesa. Enquanto isso, progredia a construção de Esperança, onde a vida em conjunto parecia funcionar bem. Mas Deringhouse está preocupado com o sentido da missão de sabotagem à cadeia de hiper-relés de comunicação, com a qual ele teve de concordar, devido à discordância de Chaktor e Tirkassul. Para ele, é muito grande o risco de empregar as três principais espaçonaves, o couraçado VEAST’ARK, o cruzador de combate ITAK’TYLAM e o cruzador pesado KATMAR. Além disso, a arcônida Shaneka parece ser um problema para a comunidade na Nova Terra. Ela é atacada por um grupo de naats liderados por Tavuur. Como uma experiente comandante, Shaneka resolve tranquilamente o problema. Se os moradores de Esperança não tiverem nenhuma perspectiva de retornar a seus mundos de origem, a paz não vai ser duradoura. Deringhouse começa a sentir isso imediatamente. As fortemente danificadas naves de combate ITAK’TYLAM e KATMAR retornam. Devido ao relatório dos comandantes Lodevven e Jordiin, o humano vê confirmado seu ceticismo, mas o soldado Tirkassul avalia a ação como um sucesso e acusa Deringhouse de não ter permitido o embate da VEAST’ARK com a AGEDEN e, assim, ter resolvido definitivamente o problema Chetzkel. Antes de irromper um conflito aberto, Chaktor intervém prudentemente, mas seu ponto de vista é bem mais próximo ao do naat. Pelo menos a missão trouxe um conhecimento tático. O reekha Chetzkel possui meios para encobrir suas transições. Um problema muito mais grave para a reunião de emergência é trazido pelo retorno da VEAST’ARK. A reboque, chegam destroços mais ou menos úteis. Por um lado, o cargueiro MEHIS, sequestrado de maneira infeliz por mutantes terrestres em parceria com prisioneiros de trânsito para Marte. Pois tinham sido combinado, ainda antes da invasão, que os mutantes deveriam levar naves da Terra para o sol Encontro. Em segundo lugar, a NAS’TUR II e sua tripulação arcônida, que fora quase completamente destruída na escaramuça ao largo da cadeia de retransmissão e a posterior transição de emergência. A chegada do inimigo é rapidamente disseminada em Esperança. Tirkassul envia cinquenta naats para matar os prisioneiros eruchinos, arcônidas ambientalmente adaptados. Ele quer vingar seus compatriotas que morreram na missão na cadeia de retransmissão. Mas Deringhouse consegue dissuadi-lo deste plano. No entanto, ele vai pagar um preço elevado, profetiza Tirkassul. Mas a equipe de comando sob o comando de Tavuur já não pode ser detida. Tavuur recusa obedecer à ordem. A corrida efetuada pelos naats comandados por Tavuur contra Conrad Deringhouse, acompanhado por Jeethar, Josué Moncadas, o comandante e o primeiro-oficial da NAS’TUR II, Asir Keithea e Vamen Drembb, decide sobre a vida ou a morte da tripulação do cruzador auxiliar. Ela acaba sendo salva. Mas os naats mataram guardas humanos e ferrônios e a multidão reunida em frente à nave quer se vingar disso nos eruchinos. Cada um dos triúnviros precisa tranquilizar seus compatriotas. Por insubordinação, Tirkassul desafia Tavuur para o shalaz, uma luta com resultado incerto. Chaktor informa aos ferrônios que os arcônidas não teriam feito nada contra eles e os terranos, com base no mito de Perry Rhodan, as pessoas se detém. Quando o couraçado parte em uma nova missão, ele acha que é errada. Mas a paz em Esperança só pode ser atingida se seus habitantes se unirem com um mesmo objetivo.

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