PRNeo0095 - No Rio de Chamas

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O reekha ataca a Nova Terra — um aviso para a Humanidade!

Título Original: Im Fluss der Flammen

Autor: Rainer Schorm

Tradutor: Dirceu Alvir Rudnick

Artista da capa alemã: Dirk Schulz / Horst Gotta

Publicação na Alemanha: 8/05/2015

Publicação no Brasil: Março de 2018

Época: 19 e 20 de Janeiro do ano de 2038

Local da ação: AGEDEN, Kepler-186, Relé 15, boias de relé de retransmissão

Resumo

Mildred Orsons, Julian Tifflor e Orome Tschato fazem parte de um comando de operação formado por quinze membros, sob o comando de Joseph A. Crocker, que se infiltra na AGEDEN. Como foi comprovado no início de janeiro, eles entram na base Baikonur usando respirócitos, nanopartículas que suprem o sangue com oxigênio, e conseguem penetrar na nave capitânia junto com as provisões de água limpa. É necessária esta missão suicida, porque a frota do Protetorado de Larsaf põe-se em marcha para destruir a pequena frota terrana. Aparentemente, os arcônidas descobriram a base. A única maneira de dificultar a vida do reekha Chetzkel é executar um ataque interno de surpresa. Mas a operação começa muito mal. Após a transição do couraçado, Tschato mostra sinais de intolerância aos respirócitos. Tschato só sobrevive depois de sair do sistema de aquedutos. O próximo objetivo é um depósito de armas, que é aberto pelos especialistas em sistemas do comando de operações. Uma mão invisível parece ajudá-los. Como se fossem rotinas autoexecutáveis, que servem para ocultar e bloquear. Elas permitem que os terranos se equipem com trajes de combate, radiadores múltiplos e explosivos, sem que o acesso ao arsenal seja percebido pela positrônica da nave. Enquanto se preparam para o ataque à central de comando, Ryuter informa que Chetzkel acabou de atacar a Nova Terra. A partir destas informações, concluem que ele usou uma bomba de Árcon. Agora, só o comando de operações tem a chance de conseguir o tempo necessário para a evacuação da Nova Terra e apoiar suas próprias naves de combate, debilitando o couraçado. O ataque surpreende Chetzkel e a tripulação da central de comando. No entanto, o reekha e sua equipe reagem imediatamente à nova situação. No centro de comando da AGEDEN, origina-se uma escaramuça, na qual caem pessoas de ambos os lados. Quando a AGEDEN se envolve na batalha espacial e ativa seus sistemas de armas, a nave estremece com uma explosão. Plasma incandescente irrompe através do casco esférico interno e queima tudo em seu caminho. Antes da chegada do reforço arcônida, os últimos cinco integrantes do comando de operações se retiram. Orome Tschato, que cobre a retirada deles, é atingido e aprisionado. Através dos aquedutos, eles alcançam as áreas livres do casco exterior, de onde escapam usando as cápsulas de salvamento do couraçado, que ainda está em luta com as naves inimigas.

O reekha Chetzkel, comandante da frota do Protetorado em Larsaf, salta com uma flotilha de nove naves para o sistema Kepler-186. Onde ele suspeita que a pequena frota terrana se estabeleceu antes da invasão arcônida em Larsaf III. Sabur, o médico de sua nave, encontrou plantas no estômago de um prisioneiro naat, a partir das quais se pode deduzir o espectro do sol sob o qual elas cresceram. Agora, Chetzkel com sua nave capitânia AGEDEN, o cruzador de combate ENDRIR, os cruzadores pesados KESTAI, RO’KANG e JARBAN e os cruzadores auxiliares NASTUR V a VIII, chegam à periferia do sistema solar. A localização detecta uma colônia em Kepler-186F. Embora anteriormente o engenheiro-chefe Jakkat tenha relatado inconsistências durante o recolhimento de água limpa na base de Baikonur e executado os testes internos de rotina, Chetzkel, em seu sentimento de superioridade, recusa um plano de ataque e mantém quatro naves de combate na reserva. Os quatro cruzadores auxiliares NASTUR V a VIII devem afastar duas naves da frota terrana, a ITAK’TYLAM e a KATMAR, para que a AGEDEN faça o ataque sobre a pequena colônia. Os cruzadores auxiliares não têm nenhuma chance contra as duas naves de combate. O reekha os sacrifica para se aproximar do planeta; depois de um arrasador voo atmosférico sobre a colônia rebelde, ele solta uma bomba de Árcon. E para perturbar as comunicações inimigas, também deixa cair um emissor de interferência. Depois do ataque, a nave capitânia fica sob o fogo da ITAK’TYLAM e da KATMAR. Não existe uma verdadeira ameaça ao couraçado, porém, os arcônidas não contavam com o ataque à central de comando. Muito rapidamente, Chetzkel descobre que os humanos invadiram a nave e atacam a central de comando. Mas a AGEDEN continua o combate espacial com as duas naves rebeldes. Quando seus canhões térmicos são ativados, um dos reatores de armas explode. Pela reação dos humanos, Chetzkel conclui que eles também não esperavam isso. Alguém mais havia manipulado os sistemas de armas. Os atacantes se retiram com muitas baixas. Um deles fica para trás. Os arcônidas o capturam. Logo depois, as outras naves de combate da frota do Protetorado, que estavam à espreita, se materializam nas proximidades e partem para auxiliar a AGEDEN, que se encontra acossada.

Conrad Deringhouse e Shaneka estão juntos quando Tirkassul informa-os sobre a chegada das naves do Império. O cruzador de combate ITAK’TYLAM e o cruzador pesado KATMAR, sob o comando dos naats, colocam-se frente a frente com a AGEDEN. Normalmente não teriam nenhuma chance contra o couraçado, que ignora as naves rebeldes. Em vez disso, o reekha Chetzkel envia os frágeis cruzadores auxiliares à frente, sacrificando-os para executar uma única ofensiva contra a Nova Terra. Deringhouse e Chaktor organizam, em conjunto com o naat Jeethar, a evacuação de Esperança, a colônia no planeta. Mas Shaneka, a companheira do Triúnviro terrano, está desaparecida. Ela tinha solicitado dois planadores e desde então está desaparecida. Uma nave rebelde após a outra deixa Nova Terra, até que a AGEDEN transforma Esperança em escombros com uma aproximação devastadora. Ela não realiza o ataque com as armas de bordo, mas lança uma bomba de Árcon. Chaktor e o mutante Josué Moncadas se dirigem para o emissor de interferência, que também foi lançado. O qual interfere consideravelmente nas comunicações para a evacuação. Conrad Deringhouse e Jeethar estão prestes a abandonar Nova Terra com a NESBITT-BRECK, quando recebem um sinal. Aparentemente, o ferrônio e o terrano são bem-sucedidos. A desaparecida Shaneka envia uma mensagem. Ela recolheu prisioneiros dos arcônidas, formados pelas tripulações da MEHIS e da KEAT’ARK IV. Eles foram deixados para trás e então tentaram recuperar a bomba e parar o processo de fusão. Deringhouse atrasa a decolagem da NESBITT-BRECK. Ele quer esperar os retardatários. O tempo é curto. Tirkassul anuncia a chegada de outras unidades de Chetzkel. Então os naats da ITAK’TYLAM e da KATMAR enfrentam uma grande superioridade. As duas naves estão muito danificadas e impotentes. Os naats escolhem morrer com honra e ficam até o fim à frente da colônia. Pouco depois, Shaneka e os outros arcônidas, sobem a bordo da NESBITT-BRECK que, em seguida, realiza uma partida de emergência e se põe a caminho para o novo local de encontro da frota terrana.

Novamente, a VEAST’ARK está longe da Nova Terra, para sabotar a cadeia de retransmissão de hiper-rádio entre o sistema Larsaf e o Grande Império. Para seu comandante Marcus Everson, essa decisão política foi um erro militar. Imposto pelo ferrônio Chaktor e pelo naat Tirkassul, contra o voto de Conrad Deringhouse, para manter a paz na Nova Terra. A destruição dos retransmissores 14 e 15 ocorre como o esperado, sem maiores dificuldades, porém, não é realmente adequado para reduzir a tensão da equipe. O couraçado está à espera do retorno à Nova Terra, quando aparece um verdadeiro desafio. Um comboio arcônida formado por 19 naves esféricas se materializa muito perto da boia 15. Logo eles descobrem que é um comboio a caminho de Larsaf III. Um couraçado e dois cruzadores pesados escoltam 16 cargueiros com uma carga explosiva. Se os amortecedores de transição entrarem em operação no sistema Larsaf, os ocupantes da Terra consolidariam definitivamente seu poder. Everson decide atacar o comboio. Contrariando o conselho de seus oficiais, ele envia um alerta. Então a VEAST’ARK salta no centro do comboio e destrói o couraçado. Entrementes, o resto do comboio consegue fugir, provavelmente em direção a Terra. Mais uma vez, as ordens de Everson para resgatar os soldados da nave destruída vão contra as convicções de seus oficiais, além do que isso atrasa a partida para a Nova Terra. Depois de retornar a Kepler-186, ele se pergunta se a moral humana é apropriada no Universo. O planeta que era o seu refúgio arde em um incêndio nuclear; após um ato de destruição sem sentido, ele explode depois de quatro horas. A VEAST’ARK poderia ter evitado o pior, se tivesse voltado a tempo? Provavelmente o comboio dos invasores da Terra já alcançou seu destino. Será que agora os humanos não poderão mais se libertar? Suas diretrizes éticas se mostram completamente diferentes da dos aliados naats e ferrônios; no Universo não há lugar para compaixão. A localização de uma cápsula de fuga da AGEDEN interrompe estas reflexões. De todas as naves, justamente essa é a responsável por este inferno. Sem hesitar, Marcus Everson ordena a operação de salvamento. Ninguém deve ser deixado para trás. A resposta à sua pergunta é dada pelo próprio Everson. Na cápsula de fuga, inesperadamente são encontrados dois humanos. Julian Tifflor e Mildred Orsons sobreviveram, apesar das mortíferas condições internas. Ao lado deles, dois injetores vazios. Logo em seguida, a VEAST’ARK salta para o sistema indicado como ponto de encontro.

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