PRNeo0073 - O Mundo Elísio

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Título Original: Die Elysische Welt

Autor: Oliver Plaschka e Robert Corvus

Tradutor: Marcel Vilela de Lima

Revisor: José Antonio Cosenza e Marcos Roberto Inácio Silva

Artista da capa alemã: Dirk Schulz / Horst Gotta

Publicação na Alemanha: 04/07/2014

Publicação no Brasil: 09/2015

Época: cerca 4000 aC., agosto de 2037

Local da ação: Mundo Elísio

 

Resumo

Perry Rhodan no Mundo Elísio

Pouco antes de começar a campanha dos ilts, aparece a teleportadora Isira, uma ilt, que conheceu pessoalmente Pathis I. Ela devolve para Rhodan o hololivro sobre os doze heróis. Ele deve entregá-lo para Separei, o guardião da Cidade das Máquinas. Esta é a última chance para evitar um grande problema. Então irrompe o ataque. Com um plano bem elaborado, parte o exército bipartido dos ilts. Uma parte ataca as instalações e armazéns ocultos do guardião situados no setor hemisférico do planeta, enquanto a outra segue por teleportação para o planalto escarpado onde fica a brilhante Cidade das Máquinas de AQUILO.

Os telecinetas devem destruir o campo defensivo principal com uma chuva de detritos de uma montanha explodida. Com pesadas perdas, os ilts conseguem alcançar o planalto escarpado. Onde são confrontados por Separei e seus drones. Quando Perry pega o velho traje de combate, ele constata que o hololivro desapareceu. Ele lança no abismo o traje, que é destruído como resultado de uma explosão. Então este era o destino que o general Etele tinha escolhido para ele. Enviar uma bomba viva para Separei. O terrano tem de improvisar quando fica frente a frente com o guardião. Ele finge ser um emissário de Vhrato, o Enviado Solar, cuja chegada é esperada por Separei, de acordo com o mito dos heróis. Ele deveria entregar “Os Doze Heróis” para Separei, mas que infelizmente foi perdido. Com assombro no olhar, o guardião leva Rhodan para o mesmo alojamento onde esteve o Regente. Rhodan se sente observado. Separei retorna, cheio de fúria, e quer matar Rhodan, mas subitamente surge diante deles a desvairada Isira. Ela entrega o livro e pede perdão para Separei, que entrementes tinha mergulhado completamente em si mesmo. A tarefa de Ashunt, o verdadeiro guardião, era a mesma desempenhada por Homunk em Peregrino, ou seja, impedir que os seres peludos entrassem no lado plano do planeta. Os pequenos mutantes tentam fazer isso o tempo todo, para poderem deixar o planeta. Ashunt defendeu a Cidade das Máquinas. Mas os ilts conseguiram matá-lo. Por causa disso, Separei começou a caçá-los impiedosamente. Com o roubo do hololivro, eles tentaram quebrar Separei, mas só conseguiram o oposto. Ele o tinha recebido de Pathis I, que estava realizando sua peregrinação e fez com este um acordo relativo à sua liberação, além de lhe entregar o livro preparado. Que foi encontrado por Perry Rhodan em Kheled, nas mãos mortas e congeladas do imperador deposto; e que, ao ser aberto no Palácio de Cristal, chamou o cilindro azul-cobalto. Entrementes, Isira acredita que AQUILO não sabe nada da acusação contra os ilts. Ela pede para Separei terminar a guerra. Também Rhodan pede ajuda a Separei. Ele quer deixar este mundo o mais rápido possível. Separei promete ajuda para ambos. Logo depois, Rhodan se senta no disco leka com mais de seis mil anos no qual o ciborgue Separei da Ragnaari tinha chegado pela primeira vez a este mundo. Ele promete ajudar o divido povo dos ilts, que ainda esperam por seu salvador Plofre e tem de presenciar a partida do cilindro azul-cobalto. Infelizmente, o Regente já estava de volta. Um retrocesso para os rebeldes.

 

O Regente no Mundo Elísio

O Regente e Separei estão no lugar de repouso dos imperadores quando ocorrem pesadas explosões que sacodem a cidade. O guardião tenta colocar o Regente em segurança. Posicionado nos subterrâneos, Herak da Masgar mal consegue acreditar em algo que vê acontecer. Acima da cidade paira uma montanha. Ele salta para dentro de um poço, esperando que a cidade o defenda, por ser um imperador. Ele escapa e alcança um pavilhão com máquinas destruídas. Ele ainda acredita que a cidade de AQUILO é atacada pela Aliança. Quem mais teria a coragem de atacar o ser espiritual dentro de sua própria área; e quem mais teria a possibilidade de fazer montanhas planarem. Por algum tempo ele considera se deveria se suicidar, para não cair nas mãos de seus inimigos mortais da Aliança. Mas ele decide que é melhor levar consigo o modelo que fizeram dele. Nas mãos da Aliança, ele seria continuamente revivido. Um drone ainda funcional informa que Separei não é o verdadeiro guardião da cidade. O Regente ordena que o drone o leve para a superfície, onde ele não acredita no que seus olhos veem. Os seres que o drone chama de ilts não desistem. Ele captura o general Etele e descobre que AQUILO aprisionou os ilts ali, sendo este o motivo pelo qual atacaram a cidade. O Regente fica atordoado com o poder representado por esta superarma secreta chamada ilts. O Regente revê novamente a imagem que tem de AQUILO. Ele mesmo, um infrator aos olhos de seus aliados, porque sempre desconsiderou as regras da Luta, tem de reconhecer que o ser espiritual, com isso, fez um insulto muito maior. O ponto de vista comum a todos os participantes da Luta é no tocante à impossibilidade da existência dos ilts. Todos os lados querem a obliteração deste perigo imprevisível. Se a Aliança descobrir que os ilts estão vivos, eles vão varrer o Grande Império Arcônida para fora do Universo e os aliados de AQUILO vão apenas observar de longe dele e deixar que isso aconteça. Os ilts deveriam ter morrido em Kedhassan. O guardião original tinha a diretriz de preservar a Cidade das Máquinas e restringir o número de ilts. Estes teriam permissão para viver em paz no mundo hemisférico, contanto que o número deles não excedesse cem mil e contanto que não avançassem para o lado plano. Mas Separei quer matar todos os ilts e, para fazer isso, colocou fora de operações os drones do guardião original. Mas o Regente também acredita que a Aliança quer impedir que AQUILO use o Mundo Elísio, sua cabeça-de-ponte no Grande Império, para restabelecer a Ordem. Ele faz um acordo com a cidade. Com promessas vãs, ele convence a cidade a deixá-lo voltar para o cilindro. Para que ele possa deter Separei. O jogo falso do Regente fica aparente quando ele tenta persuadir Separei a manter sua posição. Ele conta seu segredo para o ciborgue. Ele não é arcônida, mas sim o SdG Regnal-Orton. Aquele pelo qual Separei teria esperado por milênios. Como guardião, ele deve matar todos os inimigos do mundo. Depois disso, ele vai retornar e reconstruir o mundo. Como Separei não se deixa enganar, ele morre por isso. Então, Regnal-Orton entra na nave do imperador entronado. Um retorno triunfante espera por ele.

 

6.000 anos atrás

Depois de completar sua missão no Instituto Faehrl em Iprasa, Epetran da Ragnaari passa seu tempo decifrando a funcionalidade de um robô aracnoide que encontrou no Tesouro da Noite em Faehrl. Centenas de anos antes, a unidade de controle parecia ser feita de material orgânico. Tudo aponta para a existência de um cérebro. Este robô agora o acompanha para toda parte. Até mesmo para a cerimônia na Gruta de Irvora da Noite Infinita, na qual o cadáver de seu filho Separei deve ser desintegrado. O imperador Tutmor VI aparece no meio da cerimônia; para mostrar simpatia por Epetran, mas, também e muito mais, para dar ao Ka’Marentis uma nova tarefa. Como ele não tem mais nada a fazer ali, ele segue o mandatário do Grande Império. Embora o robô e sua positrônica sejam rechaçados pelos arcônidas, ele permite que o robô aracnoide o acompanhe. O imperador não suspeita que terá de tolerar outro confidente sobre seus planos secretos. Epetran integrou o cérebro de seu filho Separei no robô e assim salvou sua consciência. Com uma corveta, o imperador, o cientista e o ciborgue voam para o destino. Um milagre físico espera por Epetran e Separei. Um meio planeta está se aproximando. Ele segue direto para o centro do sistema Árcon, onde ameaça entrar no sol dentro de alguns meses. Epetran recebe a ordem de capturá-lo. Tutmor VI quer estabelecer um memorial com este mundo escuro. Epetran da Ragnaari, que já tem planos em mente, manda seu filho entrar nas Crônicas Imperiais em Árcon I, para encontrar as pistas da criação de Tiga Ranton. Enquanto isso, Separei estuda detalhadamente o meio planeta. Com exceção de algumas peculiaridades físicas e sua origem em Debara Hamtar, todos os levantamentos de rotina sobre este mundo não levam a nada, até que Separei nota movimentos na superfície. Ele examina a descoberta e encontra Ijo. O ilt quer libertar sua mãe das câmaras de sono profundo nos subterrâneos do mundo. Ao ajudá-lo, Separei descobre que há cem mil ilts dormindo ali. Uma seção foi desativada e então os sobreviventes estão acordados, tentando espremer algo comestível das máquinas. A origem de Ijo é Vagabundo, também um meio mundo; este mundo é chamado de Novo Vagabundo e Ijo tem Ete, Galla e Isira como irmãos. Decepcionado com os pobres registros constantes das Crônicas e o segredo do imperador sobre a descoberta do meio mundo, o Primeiro Cientista do Império retorna até seu filho. Ele tem novidades. O mundo inteiro é equipado com propulsores de pulso, que permitirão aos dois cientistas atender à demanda do imperador. Com isso, eles forçam o mundo escuro a uma órbita perpendicular ao de Tiga Ranton. Após meses de viagem, Tutmor VI colhe os frutos de sua descoberta. Perto do sistema doméstico arcônida, a existência deste presente do Vazio Finito deve ser divulgada. O teste dos propulsores causa uma comoção. Depois que os propulsores de pulso são colocados em operação, o mundo é fechado por um impenetrável e opaco campo defensivo energético. Depois de mais dois meses, eles chegam. Epetran inicia o posicionamento. Ele consegue. Como se o planeta tivesse alcançado seu objetivo predeterminado, ele se recusa a fazer novas manobras. Quando a face plana fica voltada para o sol Árcon, são desligados os sistemas de suporte e controle de vida. Com dificuldade, Epetran e Separei conseguem se salvar. Eles presenciam a meia esfera se transformar em um paraíso, com velocidade estonteante. Isso só pode ser explicado se a vida não foi criada pela evolução, mas sim pela informação. O modelo de construção do meio mundo já tinha de existir. Tudo indica que este mundo deveria ser propositadamente estacionado ali. Mas há luta do lado plano. Os ilts parecem estar em guerra com uma cidade e seus drones. A corveta dos dois cientistas é abatida pelos ilts, que a consideram um perigo potencial. O androide Ashunt, o guardião da cidade, resgata os da Ragnaari e os leva para a cidade. Enquanto isso, um cilindro azul-cobalto se desloca até o imperador Tutmor VI, para levá-lo ao mundo. Os três visitantes se deparam com o ser espiritual AQUILO. Pela primeira vez, eles são informados sobre uma luta gigantesca que ocorre em todo o Universo. Os arcônidas fizeram parte dessa Luta intergaláctica desde o início do desenvolvimento da sua civilização. Sua vitória sobre os metanitas teria afugentado os adversários do lado humanoide. Mas o imperador tem a missão de evitar que o Império exceda em demasia seu atual tamanho. Se o adversário tiver sua atenção chamada para Thantur-Lok, Árcon é fraco demais para se proteger. O Mundo Elísio é um presente e um refúgio para os povos arconoides. Os imperadores de Árcon serão levados ao Mundo Elísio para serem instruídos. AQUILO promete imortalidade aos imperadores, caso governem bem. Mas eles têm de proteger o segredo do mundo de AQUILO. Após o encontro, Epetran da Ragnaari retorna com Tutmor VI para Árcon I. Antes disso, ele elimina as memórias de seu filho. Separei esquece sua existência como arcônida.

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