PR1409 - Procura em M3

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c1409

"A partida da CIMARRON – Perry Rhodan recebe a resposta dos porleyters."

Título Original: Sucher in M3

Autor: Arndt Ellmer

Tradutor: Delgado

Revisor: Projeto Traduções: Marcos Roberto Inácio Silva

Artista da capa alemã: Johnny Bruck

Publicação na Alemanha: 23/08/1988

Publicação no Brasil: Agosto de 2014

Época: Junho de 1143 NCG

Local da ação: M3

Personagens principais: Perry Rhodan, Sato Ambush, Reginald Bull, Gucky, Lafsater-Koro-Soth.

Curiosidades:

Visão Geral

Resumo

Enquanto o CIMARRON está a caminho de M3, Sato Ambush faz tentativas, junto ao tubo hamiller, através de truques retóricos para tentar pressionar a unidade a soltar as informações sobre os eventos que levaram à descentralização da BASE. Seus esforços, como os de todos os cientistas envolvidos com Hamiller são cobertos com pouco sucesso. Como uma criança teimosa, o tubo hamiller a cada vez que é refutado, ajusta a comunicação. Como sempre, Hamiller requer o comando da CIMARRON e o início imediato da remontagem da BASE.

Uma vez que os galácticos negam o comando da nave ao tubo hamiller, o tubo fica ativo. Ele adultera cada robô que chega perto dele, e os instruiu, aonde tem sucesso, a refazer as conexões dos cabos para a rede da CIMARRON. Secretamente, passo a passo, cresce a capacidade de Hamiller intervir na navegação.

***

Em uma rota direta na Via Láctea, a distância de Fênix-1 para M3 é de 66.800 anos-luz. Devido à Barreira de Cronopulsos, a CIMARRON tem de voar ao redor te todo o lado oeste da Galáxia, para sair do espaço abaixo do nível principal de Satrang, e assim, no nível principal de M3. Assim, o percurso dobra para 135.000 anos-luz. Devido às recentes experiências na Barreira, eles sabem que a mesma não é uniforme na borda da Via Láctea, mas tem depressões e saliências. Eles então voam em curtos estágios ultraluz e mantêm uma margem de segurança substancial. A CIMARRON permanece longe de qualquer aglomerado de estrelas e estrelas individuais. Como de costume, a galáxia nativa se mostra isolada e hiperenergeticamente morta a partir da borda da Via Láctea não há mensagens de hiper-rádio oriundas de dentro.

Ian Longwyn relata a Perry Rhodan que a nave interrompeu inesperadamente seu voo no hiperespaço. A sintrônica traça o erro, mas parece que o comando teria vindo do lado de fora. Rhodan da ordem para disparar o alerta vermelho. Sato Ambush tem uma suspeita. Ele e Vee Yii Ly começam a procurar a causa do distúrbio.

A CIMARRON envolve-se em seu campo paratron e a localização está em pleno funcionamento. De repente, um leve tremor percorre a nave. Longwyn controla os mostradores de status? Nada, nenhuma mensagem incomum. Mais uma vez a nave sacode. Desta vez, o aumento da vibração tira a nave do seu caminho. Rhodan ativa o modelador virtual. A CIMARRON é atacada por uma estranha nave que eles podem localizar apenas por um desvio da gravitação na sua vizinhança. Os desconhecidos retornam e atacam a imagem virtual da CIMARRON. Em doze segundos, a imagem virtual saiu da tela de localização, então a CIMARRON desaparece no hiperespaço.

Novamente há interferência no funcionamento do motor, oriundas da popa da nave, o que impede o fluxo de energia regular necessário para a construção do campo de voo. A CIMARRON está pronta para a ação. Os desconhecidos cancelam sua abordagem à imagem virtual da CIMARRON e mantém curso direto para a nave dos galácticos. Sato Ambush atravessa o corredor que conduz ao hangar três, em que o tubo hamiller está alojado. Ele abre a portinhola de manutenção e aniquila com seu desintegrador os fios de metal colocados pelos robôs, a fim conectar os controles com Hamiller. A CIMARRON escapa por pouco para o hiperespaço. Eles puderam frustrar o motim de Hamiller no último momento.

A CIMARRON passou 48 horas na sombra de localização de uma estrela, até que o comandante da nave estivesse convencido de ter despistado os invasores desconhecidos. Em 04 de junho de 1143 NCG, chegam à borda do aglomerado globular M3, e tentam uma primeira ligação de rádio com os porleyters em Novo Moragan-Pordh.

Cuidadosamente a CIMARRON tateou no interior do aglomerado de estrelas. Regularmente a ligação de rádio e repetida para os porleyters. Ao mesmo tempo em que são também enviados os sinais de código para provar sua identidade, como amigos, para os sofisticados mecanismos de defesa dos porleyters. A última etapa leva-os para a borda do sistema. Exteriormente, nada havia mudado. Os corpos celestes do sistema de cinco planetas se movem com a precisão de um relógio. Energeticamente, o sistema está morto. Não há mais fortes de defesa na órbita do planeta exterior. Não há satélites para controle de temperatura? Nada. Quando a CIMARRON entra na órbita do terceiro planeta, eles podem ver a superfície totalmente devastada. Na superfície que era incrustado com equipamento técnico, literalmente nenhuma pedra é mais encontrada.

Quando um grupo de desembarque é enviado com um space-jet, a unidade central de rádio recebe uma sequência de sinal estranho do planeta mais externo. A CIMARRON recolhe o space-jet e voa a fonte dos sinais. A sequência de sinais desapareceu quando a nave dos galácticos se aproxima do planeta mais externo. Devida a distância relativamente longa, não foi possível a goniometria da origem exata dos sinais de rádio.

Uma tropa de desembarque composta por Perry Rhodan, Reginald Bull, Gucky e Sato Ambush sobrevoa com o space-jet, batizado de ESPERANÇA, sob a superfície cheia de detritos do planeta. Tanto quanto os olhos podem ver, o planeta é estéril e sem vida. Até agora, a sua missão de pedir aos porleyters por ajuda, foi um balde de água fria. Eles pousam em um local razoavelmente nivelado, e marcham para as montanhas, através de um desfiladeiro formado a partir de escombros, onde eles pensam que podem ver uma abertura. A abertura demonstra ser uma rachadura de cerca de vinte metros de largura nas ruínas multas vezes dobradas, que cobrem as montanhas. Uma superfície lisa, sem abertura visível, está no interior afastado. A CIMARRON relata que ela havia recebido uma parte da sequência de sinais e a origem dos sinais está localizada perto, cerca de mil quilômetros do local do grupo de desembarque. Rhodan tem uma ideia genial, ele reprocessa a transmissão, transferida para a memória de seu SERUN e, em seguida, irradia a mesma contra a superfície de metal. A superfície se move para o lado e libera um túnel que corre um pouco para baixo. Depois de entrar no túnel, os quatro são separados numa sala.

Perry Rhodan rematerializa em uma sala cujo centro é cercado por fileiras ascendentes. Um porleyter no corpo de ação em forma de caranguejo se apresenta como Lafsater-Koro-Soth, defensor de Perry Rhodan diante de um tribunal. Rhodan é acusado de ter acionado o mecanismo de autodestruição de todo o sistema solar, pelo acesso não autorizado a esse sistema, assim destruindo a subsistência do povo porleyter. O conjunto adquire contornos. A promotoria exigiu de Rhodan provas e evidências de seu status como Cavaleiro das Profundezas. Seu SERUN relata a ele um aumento do nível de energia. A coisa toda acaba por ser uma alucinação. Gradualmente, Rhodan encontra os outros três membros da equipe de reconhecimento. A separação dos galácticos tinha como única finalidade ser capaz de testar-lhes individualmente.

Eles encontram o nakk azul de Tarkan, Svindar, o qual os porleyters nomearam como guardião de suas instalações em novo Moragan-Pordh. Depois de Perry Rhodan ser identificado como Cavaleiro das Profundezas, Svindar lhe dá as coordenadas do sistema Borea e seu segundo planeta, Ghattom, onde poderá encontrar os porleyters. O sistema está localizado na periferia de M3.

Quando a CIMARRON chega lá, eles recebem uma resposta imediata a sua chamada de rádio. Rhodan é bem-vindo como Cavaleiro das Profundezas e é dada permissão para pousar com até três companheiros em Ghattom. Um feixe direcional os leva para o ponto de pouso. A superfície do planeta é composta de natureza intocada, nenhum traço de civilização técnica é discernível. Eles pousam em uma grande clareira. Quando eles saem do space-jet, surge uma figura humanoide a frente deles, a partir da semiescuridão da borda da floresta. Congratula-se com os galácticos na língua dos Sete Poderosos. Desta vez não é uma ilusão. O Porleyter Lafsater-Koro-Soth está num corpo de ação humanoide na frente de Rhodan. Rhodan descreve ao porleyter a situação da formação Tarkan e o que eles descobriram até o momento. Lafsater-Koro-Soth rejeita categoricamente qualquer assistência dos porleyters. Anos atrás, os porleyters tinham fornecido aos galácticos centenas de armas para sua luta contra os hauris e, em seguida, contra o cantaros. Quando os porleyters finalmente se recusaram a colocar armas ainda mais terríveis à sua disposição, uma frota do Galacticum atacou Nova Moragan-Pordh. Os porleyters puderam repelir o ataque facilmente. Como consequência, os porleyters anunciaram o fim do pacto de assistência mútua de 426 NCG e destruíram as instalações industriais dos planetas de Nova Moragan-Pordh. Hoje, todos os 1.998 sobreviventes vivem em Ghattom.

Lafsater-Koro-Soth indica que a hospitalidade dos porleyters é limitada apenas a Perry Rhodan, e que ele foi recebido em Ghattom, apenas devido ao seu estatus de Cavaleiro das Profundezas. Lafsater-Koro-Soth não quis ou não pôde responder outras perguntas. Quando a CIMARRON deixa o sistema Borea, eles ainda recebem uma ligação de rádio de Lafsater-Koro-Soth, no qual ele aconselha Perry Rhodan, a procurar o lugar onde surgiram os Pilares do Passado e ler as Crônicas de Amringhar. Então, o sistema Borea desaparece do espaço normal.

Em 10 de junho de 1143 NCG a CIMARRON deixa as fronteiras de M3 para trás e define curso para Ayshran-Ho na Grande Nuvem de Magalhães.

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