A comandante Shina Gainaka, Ronald Tekener e Dao-Lin-H’ay faziam de tudo para atenuar o tédio a bordo. Eles só tiveram sucesso, com os cadetes.

Mas, entre a tripulação, surgiram rumores de que, além da pausa para receber nos hangares as naves de Alaska Saedelaere, Siela Correl e Salaam Siin, não haveria paradas. Os rumores também eram relativos ao passado da ROBIN, que deve ter sido uma nave muito infeliz. Até mesmo o boato de uma maldição de Monos. E Stalker, o ex-sotho, aparentemente não fazia nada para evitar isso. Afinal, os rumores pareciam verdadeiros, porque sete pessoas da tripulação desapareceram, uma depois da outra, sem deixar rastros.

O baalol Voun Braata, que ninguém sabe que está viajando em uma missão secreta, finalmente traz luz ao passado sombrio. A bordo da ROBIN há um robô módulo que escondeu os sete desaparecidos, por meio de um transmissor fictício, em uma bolha hiperespacial. O robô, que se diz servo de Monos, é destruído no planeta Maniacs End, situado no aglomerado estelar Cygran. Pouco depois, os abduzidos também são resgatados, mas o destino da bolha hiperespacial permanece inexplicado. A ROBIN reinicia sua jornada – mas dezembro, quando o objetivo deve ser alcançado, ainda está bem distante.

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