Paronn tinha oficialmente partido de Lêmur com a última arca estelar, a ACHATI UMA. Porém, na verdade ele tinha ido junto com o “guardião” (o halutense Icho Tolot) que possuía uma nave de velocidade superluminal, depois de visitar as outras arcas, e finalmente parado em Drorah.

No começo, ele realmente estava convencido salvar os lemurenses através de uma ampla operação de evacuação por meio das astronaves de geração, antes da ameaça iminente de invasão das bestas-feras. Porém, em uma das suas viagens de arca para arca, ele se deparou com uma nova estação aconense (ou antiga lemurense) no sistema Ichest e conseguiu lá os planos de construção para uma arma antibestas-feras.

Agora, no século 14 NCG, o seu plano mudou. Ele aprendeu sobre a viagem de Icho Tolot pelo tempo e como ele tinha alcançado o passado. Paronn agora trabalha habilmente por décadas, nos bastidores, para que isto possa acontecer, de modo a iniciar um loop temporal. Além disso, ele quer seguir Icho Tolot no passado para evitar lá, com a ajuda da arma anti-halutense, a derrota dos lemurenses. Se ele tiver sucesso com isto, um imenso paradoxo temporal seria criado como consequência, porque então teria mais de 50.000 anos de história galáctica sendo reescrita. Então nem arcônidas, nem terranos (talvez nem mesmo os aconenses) teriam existido…

Perry Rhodan, que é manipulado sutilmente como muitas outras pessoas por Paronn, suspeita de tudo isso quando chega com a PALENQUE, a LAS-TOÓR e a HALUTA de Tolot no sistema azul.

Ele quer obter acesso a ACHATI UMA, para descobrir mais nesta arca estelar sobre Levian Paronn. Ele não poderia saber que o plano do próprio Paronn, como o cientista Achab ta Mentec, resultaria de uma nova descoberta da ACHATI UMA e a NETHACK ACHTON, em março de 1327 NCG, pelos aconenses – o que explica tudo, o por quê a sétima frota aconense sob o comando de Mechtan de Taklir poderia estar tão rápido, naquela ocasião, no local da descoberta da primeira arca estelar.

Os aconenses pensam, além disso, em não deixar o terrano entrar na última arca estelar. Então ele tem que esconder-se secretamente, através de um minúsculo transmissor da base da SLT, Outlook XVIII, enquanto a tripulação da LAS-TOÓR passa por um interrogatório embaraçoso em uma “sala de recreação” de pessoal da LAS-TOÓR – na realidade, praticamente prisioneiros.

De lá, porém, a aconense Solina Tormas e Eniva ta Drorar têm sucesso em alimentar a rede galáctica Histnet com arquivos confidenciais e, deste modo, conseguem algumas concessões para si mesmos e os seus amigos terranos, forçando, entre outras coisas uma permissão de aproximação para todas as naves acessarem a arca estelar.

Na ACHATI UMA, Rhodan tem pouco sucesso. Admitidamente, lá se tem, com base na comparação com as arcas estelares mais velhas, uma tecnologia fortemente melhorada que preservou uma sociedade praticamente intacta, apesar de ter características que se assemelham mais militarmente aos antigos lemurenses em quase todos os aspectos.

Porém, Levian Paronn não é encontrado em nenhuma parte. Nisso, uma quarta arca estelar aparece – a NEANN OCIS. Esta arca é quase uma nave fantasma, porque além do Naahk, a tripulação inteira é vítima de um patógeno misterioso que também já causou estragos em outras arcas estelares.

A substituta do comandante, que permaneceu saudável por causa de seu ativador celular, criou clones dela com células de seu próprio corpo, pequenos humanos que desenvolveram uma cultura primitiva na arca originalmente moldada (a nave lembra a uma bola de futebol americano, do qual segmentos estavam cortados fora no comprimento).

Para um desses seres clonados, um menino com poderes psi chamado de Boryk, a Naahk deu seu ativador celular durante sua peregrinação, por causa de suas forças de hipnossugestão, e então morreu.

Então Boryk escapa da NEANN OCIS por um transmissor para Drorah e, nessa ocasião, leva um diário pessoal de Paronn. Como Boryk é portador da epidemia, todos trabalham muito para colocá-lo fora de ação. Rhodan ajuda com isto; o imortal realmente o detém e coloca o diário de Paronn sob sua guarda – ou o que permaneceu dele, porque Paronn (ainda não reconhecido) quase o consegue destruir. Infelizmente, com isso, a epidemia espalha-se também entre os aconenses.

Enquanto isso, em uma mina de hovalgônio em Gorbas IV, desperta uma antiga instalação das bestas-feras, provavelmente devido aos impulsos de hiper-rádio das arcas estelares. A rara variante de hovalgônio presente ali é particularmente satisfatória para a construção de campos AAT e, assim, não é nenhum milagre que lá estejam bestas-feras em sono criogênico há milhares de anos. Vinte delas entram em ação imediatamente para além de criar 250.000 guerreiros adicionais de sua raça, também colocar uma máquina do tempo em operação.

Através de uma mensagem, habilmente colocada por Levian Paronn, Rhodan e seu pessoal – também Icho Tolot – são atraídos para o sistema Gorbas. Rhodan também leva o seu novo amigo, Boryk. Paronn o segue sob o disfarce de Achab, com cinco cruzadores de batalha.

Ele quer primeiro esperar, até ver o que exatamente Rhodan vai encontrar em Gorbas IV. Achab e recompensado por sua cautela, porque quando a PALENQUE, a LAS-TOÓR e a HALUTA se aproximam do planeta, são atacadas pelas bestas-feras e ficam em perigo, apesar de também infligirem pesadas perdas às bestas-feras.

A HALUTA falha. Rhodan, Tolot, Boryk e alguns companheiros têm que lutar com a flora e fauna modificada como monstruosas armas biológicas, até que eles se vêm finalmente diante da máquina do tempo. Eles devem a Icho Tolot por chegarem tão longe – na realidade, o segundo Tolot, que havia retornado do passado, aquele que tinha pegado um space-jet terrano em Mentack Nutai.

O outro Tolot, ainda não viajante do tempo, mais ou menos voluntariamente, viaja pelo transmissor temporal e desaparece. O space-jet pousa e o Tolot mais “velho” sai.

Agora, Levian Paronn reconhece o momento certo, para se revelar e colher os frutos dos seus esforços. Ele reivindica agir pela ordem pessoal do Vehraáto, pega um refém e também se prepara para entrar no transmissor temporal. Nisso, Boryk intervém a pedido de Rhodan e torna Paronn inofensivo através de hipnossugestão. O Tolot mais “velho” paralisa a última besta-fera e destrói o transmissor temporal.

Assim, um paradoxo temporal foi prevenido porque, aparentemente, tudo o que tinha que acontecer até agora já tinha acontecido…

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