Nesta fase final da guerra, quando milhões de lemurenses já haviam encontrado a morte e bilhões de refugiados emigraram por transmissor solar para a galáxia vizinha Andrômeda, o cientista sênior Levian Paronn, recebe informações aleatórias sobre um centro de investigação secreto no planeta Torbutan, no qual está sendo desenvolvida uma máquina do tempo. Paronn, que foi presenteado por um estranho que apareceu em Lemur há cinco anos, que ele considera ser Vehraáto, com um ativador celular junto com os planos de construção para este dispositivo, imediatamente parte com uma frota pequena para Torbutan. Se ele conseguir viajar no tempo, para logo antes do início da guerra com as bestas-feras e apresentar os planos de novas naves de combate e armas mais poderosas, poderia assim alterar o curso da história. No início da guerra, as bestas-feras ainda não tinha a tecnologia paratron e o canhão intervalar, o que provou ser decisivo para a guerra.
Paronn chega depois de uma batalha espacial contra as bestas-feras em Torbutan, quando as bestas-feras já haviam causado um incêndio atômico incontível, e apenas Tolot está lutando contra alguns “congêneres”. Também Paronn não reconhece a princípio que Tolot é diferente. Ele tem outras preocupações de qualquer maneira: para desmantelar o transmissor temporal, ele precisa da ajuda dos cientistas que trabalhavam ali. Porém, esses só estão prontos à cooperação sob uma condição, que Paronn evacue os refugiados para um planeta vizinho, assim ele só fica com uma espaçonave a sua disposição. No princípio, tudo corre suavemente, mas, com a partida da segunda nave, uma espaçonave de 100 metros das bestas-feras aparece de repente a destrói, assim Paronn fica preso junto com o transmissor temporal em Torbutan. Os dois tripulantes da espaçonave das bestas-feras quase penetra até o pavilhão do transmissor temporal, porém, Tolot que já tinha observado tudo, intervém. Depois da luta difícil, ele mata os seus mais ou menos antepassados e agora, finalmente, o contato com os lemurenses acontece. Paronn começa a confiar em Tolot, quando o halutense identifica o talismã do lemurense como um ativador celular. Tolot assume que AQUILO tinha se mostrado ao lemurense na forma do herói Vehraáto. Paronn também fala com Tolot sobre o seu plano de viagem no tempo original, em que fica claro para ele que quem está atrás do ataque das bestas-feras e a muito mais poderosa e acima de tudo inacessível Primeira Potência Vibratória.
Com a nave das bestas-feras assumida por Tolot, o transmissor temporal e levado a Lemur. Quando Tolot conta a Paronn sobre as arcas estelares e, definem assim, os planos correspondentes para o mesmo desdobramento de eventos: ele dá a Paronn a ideia de somente construir essas espaçonaves. Secretamente, porém, Paronn não abandona seus planos de terminar com a guerra contra as bestas-feras no passado logo no começo. Imprudentemente, Tolot também informa ao lemurense sobre a arma contra as bestas-feras no sistema Ichest e do local futuro do transmissor temporal. O ponto de virada crucial acontece quando um familiar de Paronn, que havia escapado de maneira desconhecida do cativeiro das bestas-feras anos antes, sucumbe a um condicionamento que havia recebido sem seu conhecimento no cativeiro. Apos um comando pós-hipnótico, o homem entra em contato via hiper-rádio com as bestas-feras e, em detalhes, fala tudo sobre o transmissor temporal e os planos de Paronn. Então ele suicida.
Prontamente, uma frota das bestas-feras avança para Lemur. Portanto, Paronn não tem mais nenhuma oportunidade para tomar providências para a sua viagem através do tempo – no entanto, o transmissor temporal sob os cuidados de Tolot está operacional. Enquanto uma batalha espacial começa em cima de Lemur, Paronn atravessa sozinho o campo de transmissão e alcança o tempo definido por Tolot, de 4.500 desde a fundação do império lemurense. Tolot fica para trás e forma uma aliança com o comandante da frota dos bestas-feras, Hork Nomass. Ele afirma que no futuro, de onde ele veio, as bestas-feras teriam derrotado os lemurenses e não eram apenas os soberanos absolutos da Via Láctea mas também teriam se livrado da Primeira Potência Vibratória. Ele pode atrair Nomass com isto. Assim, as bestas-feras só permanecem em Lemur pelo tempo suficiente para desmantelar o transmissor temporal, porque o contra-ataque dos lemurenses começou. Tolot pode evitar apenas que as bestas-feras também iniciassem um incêndio atômico em Lemur. Com a partida, ele também pode vivenciar como o desaparecimento final do continente da Lemúria foi iniciado, com a colisão de um couraçado lemurense no continente.
O transmissor temporal é levado para um planeta base das bestas-feras. As bestas-feras também mantêm registros sobre as arcas estelares em sua posse. Tolot os destrói secretamente depois que ele copiou os dados do curso das arcas para ele. Ele parece ajudar com o envio de um cruzador para o passado, mas sabota os sistemas da nave. Além disso, ele garante que um choque energético atinga o transmissor temporal durante o salto do cruzador, não destruindo o mesmo, porém o incapacitando, o que coloca as bestas-feras tempo suficiente fora de ação, de forma que Tolot possa escapar com outro cruzador.
Nas décadas seguintes, Tolot visita uma arca estelar após a outra, ajudando dessa maneira as tripulações, o que o torna dessa forma o mítico “guardião.” Por último ele enfrenta a decisão de continuar na LEMCHA OVIR em seu voo de dilatação até o ano de 1327 NCG – ou não fazer isto e mudar o futuro completamente com isto…
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