Em dezembro de 1170 NCG, os dois grupos de pesquisa chegam a resultados significativos; por isso, o pesquisador comportamental Stoddar Darn propõe submeter a punamer Ivy a um hipnotreinamento. Desta forma, ele quer estimular sua inteligência, mas encontra feroz oposição de Joe Dancing Tree. O também pesquisador comportamental vê a jovem primata como sua protegida. Sua rejeição é apoiada por Lena Grispin.

No dia seguinte, 2 de dezembro, observa-se o líder de um grupo de vistosos punamers. O indivíduo chamado Xan não aparece para a alimentação diária; por isso, Joe Dancing Tree vai procurar por ele. Ele é muito descuidado e quase “tropeça” com o primata gigante. Mas este permanece estranhamente quieto e se afasta após um rápido contato visual. Quando Dancing Tree retorna para o acampamento dos pesquisadores, ele já é esperado por Xan. O punamer começa, para surpresa de todos, a resolver as tarefas lúdicas com as quais se investigavam, até então sem sucesso, as capacidades intelectuais de seus companheiros. Enquanto a maioria dos pesquisadores fica animada, Dancing Tree desconfia. Pouco tempo depois, Xan começa a se comunicar verbalmente com ele e descreve em termos muito simples um encontro com uma máquina. Dancing Tree então acusa Stoddar Darn de ter submetido o primata a um hipnotreinamento. Quando se observa igualmente que o hipnotreinamento foi utilizado recentemente, é reforçada a suspeita contra o pesquisador comportamental, que, embora alegue inocência, é levado preso.

Nos dias seguintes, Xan aprende de forma surpreendentemente rápida e fica cada vez mais fechado. Por isso, não se consegue fazê-lo falar sobre as circunstâncias que levaram à sua mudança. O primata se torna cada vez mais solitário, porque não aceita mais os membros da sua espécie e passa a dormir na estação dos pesquisadores, em vez de na floresta. Então Joe Dancing Tree investiga as declarações de Darn, que afirmou ter empregado o hipnotreinador, a pedido do agente da Liga Hanseática Armin Luebold, no “lamaçal”, que fica no planeta Kontor.

Quando Dancing Tree, acompanhado por Xan e Ivy, chega lá, ocorrem tiros no escritório da Liga Hanseática e um ferido cambaleia até eles. Trata-se do colono Azar Rilon que relata ter sido alvejado por Armin Luebold e ter visto dois saltadores mortos no edifício. Então Xan penetra no escritório e captura Luebold. O especialista da Liga Hanseática está totalmente fora de si e se comporta como um animal selvagem. Dancing Tree o deixa sob a custódia de robôs e posteriormente examina Harv Gomez, que chegou recentemente a Kontor. Este informa que apenas recentemente procurou o “lamaçal”, para que seus filhos pudessem frequentar o hipnotreinamento. Com isso, são esclarecidas as suspeitas contra Stoddar Darn. Muito mais interessante eram as declarações de Gomez de ter descoberto o que os saltadores mortos faziam na floresta. Às margem de um lago, que fica na área de Xan, eles provavelmente encontraram algo indicado por Armin Luebold. Quando voltaram de lá, deve ter começado a luta.

Enquanto Dancing Tree relata os resultados de sua pesquisa a Lena Grispin, Xan interrompe a ligação de rádio. Ele adverte o pesquisador comportamental a primeiro visitar o local do achado e examinar o objeto encontrado. Este deve ser o responsável pelas alterações que o transformaram em um humanoide racional e Armin Luebold em um humano controlado pelos instintos. Ele mesmo quer visitar o local de novo e procurar desfazer o ocorrido.

Imediatamente após a chegada deles à estrutura azulada com cerca de 30 metros de altura, Xan avança e penetra nela. Antes, ele adverte Dancing Tree a não tocar o objeto. Pouco depois, chega Lena Grispin, que se mostra pouco impressionada pelo aviso, resolve seguir o punamer. Cerca de três horas mais tarde, os dois reaparecem e mostram mudanças. Enquanto Xan foi restaurado ao seu estado original, Grispin agora mostra os mesmos sintomas de Armin Luebold. Antes que o feito com a ferrônia possa ser invertido, o objeto desaparece.

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